Segundo a empresa, operações coordenadas associadas ao Partido Comunista Chinês (PCC) vêm utilizando redes sociais como TikTok e YouTube para disseminar conteúdo manipulativo e influenciar narrativas, principalmente em países ocidentais.
A investigação revelou tentativas de influenciar o comportamento de eleitores nos Estados Unidos e apontou que agentes estatais chineses seguem explorando vulnerabilidades técnicas em produtos da Microsoft, como o SharePoint. A preocupação central está na dificuldade de auditar os algoritmos do TikTok, que personalizam intensamente o conteúdo exibido para cada usuário, dificultando a identificação de padrões de manipulação.
Além disso, o Google confirmou a remoção de mais de 7.700 canais no YouTube apenas no último trimestre, todos conectados a operações chinesas semelhantes.
Com esses dados, cresce a pressão por regulamentações mais rígidas sobre a atuação de plataformas estrangeiras em mercados estratégicos, especialmente em ano eleitoral nos EUA.
O debate sobre segurança, transparência algorítmica e soberania digital continua em pauta e o TikTok, mesmo em meio a polêmicas, mantém sua relevância global e seu crescimento acelerado.
Fonte: www.socialmediatoday.com



