Dicas para a sua empresa ter uma comunicação mais inclusiva

Ilustração de muitas pessoas juntas, de diversas cores e idades!

Com a evolução da comunicação, a padronização ficou no passado.

Por isso, aumentar o investimento em ferramentas que ajudem o seu conteúdo digital a alcançar um maior público é ideal para conferir credibilidade e diferencial em um mercado que está em constante mudança. 

Se você não muda, os resultados permanecem os mesmos.

  • Ao alcançar um público maior, será necessário pensar em uma comunicação mais inclusiva. 

Hoje, vamos explicar o que isso pode significar para a sua empresa. 

Linguagem neutra e inclusiva

A linguagem que você utiliza precisa estar alinhada com o seu público. Assim, seus clientes se sentirão acolhidos, próximos e parte do propósito da empresa. 

Para começar a implementar uma linguagem inclusiva, faça os seguintes questionamentos: 

    • O público-alvo da sua empresa é, em sua maioria, de homens ou mulheres? No caso de serem mais mulheres, por exemplo, uma boa estratégia pode ser adotar pronomes femininos na comunicação.
  • Lembre-se de adaptar o uso de pronomes de acordo com os propósitos da empresa! 
  • Muitas empresas têm optado por uma linguagem neutra, pois o público-alvo (em alguns casos) acredita na importância dessa alteração linguística. É o caso dos seus clientes? 

Explicação: O que é linguagem neutra?

Trata-se de uma linguagem que converse com o mais diverso público, pautada em acolhimento, tanto para a sua empresa quanto para os colaboradores que trabalham dentro do seu negócio. É muito mais do que evitar expressões que tenham um teor preconceituoso, estereotipadas ou que discriminem um grupo seleto. 

 

  • Linguagem neutra ou não binária evita pronomes pessoais que denotam gêneros binários (como a e o). Em geral, realiza-se a substituição por “e”, “u” ou “x”. 
  • Algumas empresas têm optado por evitar pronomes pessoais a fim de transmitir um ar de neutralidade e inclusão em seus textos. Dica: note as publicidades da Sallve. 

Pratique a diversidade

Não é difícil achar empresas que pregam a inclusão, mas que, no fim, não agem de forma coerente. Essa realidade precisa ser mais do que externa para o público: é preciso estar em prática internamente. 

Mais do que postar conteúdos para todas as pessoas, reflita: a sua equipe é diversa? Tem os mesmos objetivos de inclusão? 

  • Quando a empresa está desconexa com essa realidade externa que ela prega, seu público pode deixar de se relacionar com a marca.
  • Pessoas se relacionam com marcas que as representam. Em um país como o Brasil, a diversidade deve ser explorada na comunicação da empresa. 

Precisa de ajuda para as suas estratégias de conteúdo? Entre em contato com a GoUp e saiba mais. 

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Tiago Pires

Olá, sou Tiago Pires, mas você pode me chamar de Pires. Em 2009, fundei a Agência Natu movido por uma paixão: a internet.

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