Dia: 4 de Julho, 2025

  • TikTok demite funcionários após metas não batidas. Por que o modelo chinês ainda não decolou no Ocidente?

    TikTok demite funcionários após metas não batidas. Por que o modelo chinês ainda não decolou no Ocidente?

    Apesar de números expressivos, o TikTok enfrenta dificuldades para transformar sua plataforma de vídeos curtos em uma potência global de vendas online. A empresa anunciou uma nova rodada de demissões na divisão de e-commerce nos EUA, após não atingir suas metas de desempenho para 2024.

    A movimentação chama atenção por dois motivos:

    • O TikTok Shop gerou cerca de US$ 30 bilhões em vendas no ano, um aumento significativo em relação a 2023.
    • Mesmo com esse crescimento, o resultado ficou aquém do que a ByteDance esperava, especialmente se comparado ao sucesso do modelo chinês.

    Na China, a versão local do app “Douyin” já consolidou o modelo de comércio ao vivo (live commerce) e movimentou cerca de US$ 490 bilhões em GMV no último ano. Isso significa que o TikTok sabe que o modelo pode funcionar… mas ainda encontra resistência nos mercados ocidentais.

    Mas o que está pegando?

    Cultura digital diferente: usuários nos EUA e em países ocidentais ainda preferem separar os ambientes de compra, entretenimento e socialização.

    Desconfiança em compras por redes sociais: o consumidor médio ainda confia mais em marketplaces tradicionais como Amazon e Mercado Livre.

    Campanhas não decolaram: mesmo com ações como “Compre produtos locais” e “Ofertas para você”, a adesão ficou abaixo do esperado.

    A plataforma continua apostando alto: já são 17 países com acesso à TikTok Shop e o Japão foi o último a entrar na lista, com expectativa de melhor aceitação.

    Por outro lado, as demissões revelam um possível ajuste de rota: o TikTok pode trazer profissionais da “Douyin” para reforçar sua operação internacional, mirando replicar o sucesso asiático em escala global.

    Fonte: socialmediatoday.com

  • Coca-Cola surfa no hype do Labubu e dá aula de como gerar desejo real com branding

    Coca-Cola surfa no hype do Labubu e dá aula de como gerar desejo real com branding

    A Coca-Cola segue investindo pesado em colaborações com foco na cultura digital. A mais recente? Uma parceria com o fenômeno Labubu, o monstrinho colecionável da Popmart que dominou o coração (e o feed) da Geração Z.

    A collab traz miniaturas do Labubu com elementos icônicos da identidade visual da Coca-Cola, unindo o universo lúdico do toy art com o branding pop e nostálgico da marca. Com design exclusivo e forte apelo visual, a campanha rapidamente ganhou destaque nas redes sociais, especialmente entre jovens que buscam se expressar por meio da estética e da cultura de colecionáveis.

    Muito mais do que um produto bonito, o Labubu Coca-Cola é um símbolo de auto expressão, estilo e pertencimento. E, claro, um prato cheio para criadores de conteúdo que transformam objetos de desejo em engajamento.

    Como isso ajuda profissionais de marketing?

    A ação é um case valioso de como campanhas de marca podem se conectar com a cultura jovem sem parecer forçadas:

    • Explora o poder da nostalgia + novidade para gerar desejo imediato;
    • Cria conteúdo espontâneo nas redes, com alto potencial de viralização;
    • Fortalece o brand awareness entre públicos mais jovens, sem depender de mídia tradicional.

    Essa collab serve de inspiração para quem busca unir storytelling, produto e cultura digital em uma mesma estratégia.

    O segredo? Coca-Cola entendeu que o branding não vive mais só nos comerciais. Ele vive no TikTok, nos reels e nos vídeos de unboxing. E soube entrar na conversa certa, do jeito certo.

    Fonte: publicitarioscriativos.com

  • Meta lança verificador de direitos autorais direto no Reels Composer

    Meta lança verificador de direitos autorais direto no Reels Composer

    A Meta acaba de facilitar a vida de quem cria vídeos: agora, o Reels Composer no Facebook conta com uma opção nativa de verificação de direitos autorais antes da publicação.

    Se ativada, a função analisa automaticamente o conteúdo do Reel para identificar possíveis infrações como uso de músicas ou trechos protegidos. Caso encontre algo irregular, o vídeo será retido por até 1 hora para que o criador possa corrigir o problema antes que ele seja exibido para o público.

    Caso a função seja ignorada, a checagem ainda será feita, mas após a publicação, o que pode levar a consequências como:

    • Desmonetização;
    • Redirecionamento da receita para o detentor dos direitos;
    • Redução de alcance e visibilidade;
    • Silenciamento do áudio.

    Essa função já existia no Business Suite, mas a novidade é a sua incorporação direta no fluxo de criação de Reels.

    Como isso ajuda profissionais de marketing:

    Para quem trabalha com conteúdo digital seja em nome próprio ou de marcas, a ferramenta representa mais segurança jurídica e estratégica:

    • Evita retrabalho por conteúdo bloqueado;
    • Protege a monetização de criadores e empresas;
    • Mantém a consistência do calendário de postagens sem surpresas de última hora;
    • Garante alcance: conteúdos com infrações podem ser penalizados no algoritmo.

    Com a função já integrada ao Composer, agora é mais fácil garantir que cada publicação esteja 100% regularizada antes de ir ao ar.

    Fonte: socialmediatoday.com